
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A primeira representação de Elizabeth Siddal

The Ghost Writer de Roman Polanski


domingo, 15 de maio de 2011
Manos artistas...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
A Nightmare on Elm Street de Samuel Bayer


segunda-feira, 9 de maio de 2011
5 coisas que eu proíbia na Feira do Livro de Lisboa
2: o espaço bizarro e megalómano da Babel
3: as aulas de ginástica ao fim-de-semana
4: a mistura de editoras de literatura com as de literatura infantil
5: as barracas das farturas
Boas notícias


Crises, Casamentos e outras coisas começadas por C
Aqui há uns dias, encontrei algo de interessante: com as medidas impostas pela troika do FMI & Cia, estavam a fazer um especial sobre o ponto de vista dos portugueses residentes em Londres acerca do casamento real. Eu tenho pouco talento para este tipo de matérias e, até ter visto uma notícia no jornal, na véspera do casamento, pensava que o princípe que ia casar era o Harry. Evidentemente, nem segui o casamento pela TV, nem andei à procura de nada sobre o assunto, por várias razões, das quais a mais decisiva é o facto de não me importar.

domingo, 8 de maio de 2011
7 Livros de Contos
António Lobo Antunes: Livro de Crónicas (ed. Dom Quixote)


Luísa Dacosta: Corpo Recusado (ed. Figueirinhas)

O caso de Luísa Dacosta, de que tenho vindo a falar aqui há já algum tempo, é um caso realmente de excepção entre nós: ao contrário do habitual, grande parte da obra de Luísa Dacosta é precisamente escrita em contos e crónicas. Além destas, a publicação de dois diários é ainda assinalável; e, até agora, Luísa Dacosta publicou apenas um romance, "O Planeta Desconhecido e Romance da que Fui Antes de Mim". "Corpo Recusado", de 1985, é o mais recente de três livros de contos que a autora publicou, e escolho-o por razões pessoais, uma vez mais. É neste livro que Luísa Dacosta mais plenamente consegue abordar o tema da solidão humana e do desamparo, construídos os contos, a um tempo, por uma linguagem encantarória que nem por isso é menos realista e crua no seu olhar sobre o real e, principalmente, sobre as pessoas.
Maria Isabel Barreno: Contos Analógicos (ed. Rolim)
"Contos Analógicos" é o primeiro livro de contos de Isabel Barreno, publicado já depois de dois dos seus mais importantes romances: "Os Outros Legítimos Superiores" e "A Morte da Mãe". O seu estilo de escrita pende muito para um lado analítico profundo, que se torna quase ensaístico. No entanto, a transição para textos mais curtos (Um destes contos não chega a ocupar uma página.) não apaga essa dimensão da escrita de Maria Isabel Barreno. Pelo contrário, este livro quase cataloga alguns exemplos de estruturas sociais e humanas e aí mesmo reside a sua maior força: a capacidade que tem de, em muito poucas palavras, despertar todo um sistema filosófico.
Maria Regina Louro: Sapos Vivos e Outros Monstros (ed. Relógio d´Água)
Nuno Júdice: O Tesouro da Raínha de Sabá (ed. Rolim)

Apesar de eu não ser um apreciador da poesia de Nuno Júdice (Excluindo alguns livros que me parecem de uma muito interessante linguagem simbolista.), acho que na ficção, Júdice tem obras bastante interessantes. Este "conto pós-moderno" é um bom exemplo disso, contando com uma narrativa algo futurista, mas sempre através de uma linguagem metafórica e muito poética.
De assinalar é ainda a colecção "Fantástico", das edições Rolim, uma colecção bastante longa e constituida maioritariamente por contos (Ainda que hajam algumas novelas.), contrariando a tendência do mercado para o romance.
É mesmo verdade
Than that you should remember and be sad
Christina Rossetti
Fear Itself: Spooked de Brad Anderson (1x02)


Contagem Decrescente
com humor negro
e juras de mudança de vida.
A teu lado os amigos
comprometem-se – pelo menos esta noite –
a não deixar que diante de ti se abra
um abismo de sujeições.
Mas pouco a pouco
distrai-os a contagem decrescente,
um fogo-de-artifício
no céu televisionado.
Habituaste-te
a acertar as horas
pelo rumor de uma estrela,
acendendo cigarro atrás de cigarro,
embora às vezes ainda esperes
Qualquer recompensa
do tempo inamovível.
Jorge Gomes Miranda
Postos de Escuta
ed. Presença, 2003
pintura de Isabel de Sá
sábado, 7 de maio de 2011
Fear Itself: The Sacrifice de Breck Eisner (1X01)


Masters of Horror: Dream Cruise de Norio Tsuruta (2x13)


sexta-feira, 6 de maio de 2011
The First Day
First hour, first moment of your meeting me;
If bright or dim the season, it might be
Summer or winter for aught I can say.
So unrecorded did it slip away,
So blind was I to see and to foresee,
So dull to mark the budding of my tree
That would not blossom yet for many a May.
If only I could recollect it! Such
A day of days! I let it come and go
As traceless as a thaw of bygone snow.
It seemed to mean so little, meant so much!
If only now I could recall that touch,
First touch of hand in hand! - Did one but know!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Uma canção a quem a merece...
Emiliana Torrini: Gun (do álbum "Me and Armini", 2008)


